Bandeiras e Despedidas (IV)
Agora que estou mais perto do céu,
A chuva não cai, ela apenas mora.
E o amor que despejei no papel
Enche a sala vazia de demora.
O adeus que em novembro aceitamos
Não nos foi dito, nunca nos foi dado.
E quando em outubro nós voamos,
O céu era o puro prazer alado.
Aqui, morros interrompem o céu,
Como quem reivindica uma pausa
Do azul do mar, da doçura do mel,
Dos protestos dos meninos sem causa.
Ouvi contos de quem soube contar
Sobre a chuva de lágrimas geladas,
A melancolia da sala de estar
E das despedidas contrariadas.
A chuva não cai, ela apenas mora.
E o amor que despejei no papel
Enche a sala vazia de demora.
O adeus que em novembro aceitamos
Não nos foi dito, nunca nos foi dado.
E quando em outubro nós voamos,
O céu era o puro prazer alado.
Aqui, morros interrompem o céu,
Como quem reivindica uma pausa
Do azul do mar, da doçura do mel,
Dos protestos dos meninos sem causa.
Ouvi contos de quem soube contar
Sobre a chuva de lágrimas geladas,
A melancolia da sala de estar
E das despedidas contrariadas.
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