As cores da felicidade
Na minha busca delirante
Por felicidade constante
Olhei diretamente para o Sol.
Vi somente a luz ofuscante
Da perfeição tão intrigante
De gente que nunca encontrei.
Quando veio a fragilidade,
Chorei em meio à tempestade
Mas logo me disseram pra sorrir.
Eis a morte da sanidade
A tóxica positividade
Que insiste em nos aprisionar.
A ciência trouxe o prisma
E mesmo sem muito carisma
Nos ensinou a ver o Sol em cores.
Afastar os ofuscantes sofismas
E abraçar sem muitas cismas
O afeto que sempre esteve aqui.
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